Ultimamente tenho me deparado com inúmeras dúvidas que tem me colocado frente a frente com a minha fé. Tudo começou com uma duvida sobre servir ou não em missão e que relatei por alto, mas hoje quando estava fazendo as recuperações das aulas do Instituto (Velho Testamento) estudei o livro de Jó e no manual do curso tinha um parágrafo que me deu resposta para minhas questões vou transcrever para vocês:
“É difícil viver-se em meio à tensão, mas a mortalidade – na qual vemos através de um vidro escuro – está repleta dela. Sempre existem respostas finais para o que possa parecer sem sentido ou inexplicável em nossa vida, embora na se tornem aparentes para nós imediatamente; o Senhor, entretanto, prometeu dá-las – algum dia (D&C 121:28-32; 101:27-35). Todo indivíduo que insiste em que uma boa crença religiosa precisa explicar todas as contingências da vida para ser aceitável, deveria reler Jó ou aceitar este conselho do Élder Harold B. Lee:
“ ‘Não é função da religião responder a todas as perguntas sobre o governo moral de Deus no universo, mas, sim, dar coragem ao homem (através da fé) para ir avante a despeito das questões para as quais nunca encontra respostas em seu estado atual. Por isso, cuidai-vos, e como disse certa vez um sábio pensado: “Se chegar uma hora em que sentis que não sois mais capazes de vos apegar à vossa fé, apegai-vos nela de qualquer forma. Não podeis enfrentar as incertezas e perigos do amanhã sem fé” ‘ (Church News, autor não citado.)” (Keith H. Meservy: “Job: ‘Yet Will I Trust in Thee’ “, PP. 139-53.)
Então após ter lido isso eu pensei bem e reli Jó e vi que eu estou passando por um momento de dificuldade e estou cobrando respostas desse meu estado atual de alguém que não me deve satisfação, e que isso nada mais é que uma prova (de fogo) para ver como eu me sairia e se realmente eu posso ser um de seus soldados, um santo dos últimos dias.
Tenho cobrado muito de mim, Hoje eu mudei um pouco minha vida colocando fora dela algumas coisas que não me acrescenta nada, e espero ter feito a coisa certa, pois não há volta para o que fiz.
Às vezes temos que sacrificar algo e muitas vezes esse algo somos nós mesmos, temos que nos sacrificar para ganharmos as bênçãos que o Senhor nos reserva. Acredito que estou no caminho certo, que estou trilhando um novo rumo e espero que esse rumo me leve a uma estrada sem buracos para que eu possa correr sem medo de tropeçar e cai e mesmo que eu caia que tenha alguém para me amparar.
Mas um dia sem muitos acontecimentos e de muita reflexão, se bem que ultimamente, nesse meu período de desemprego é a única coisa que faço, pensar. Penso tanto que me canso e acabo cansando vocês.
Acabo por aqui. Obrigado pela atenção.
Andy.

Um comentário:
nada é por acaso!
gosto de vc do jeitinhu qe vc é
meio xato, meio anjo e totalmente iluminado por Deus.
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