quinta-feira, outubro 30, 2008

Retorno à Blog esfera.

Leitores,

Depois de um período longo de esquecimento esse blog “volta à ativa”. Aconteceram muitas coisas durante todo o mês, já sem duvidas com minha ida a missão começo a programar certas coisas, contudo o desemprego ainda me preocupa e estou em dificuldades de verdade chegou o tempo em que não posso mais dizer que está tudo bem, ou rogar por paciência – os céus já me deram toda a cota possível, porém ainda não me desesperei ao menos não externamente. Ganhei um novo aliado – uma Depressão Nervosa, claro que diagnosticada pelo pior profissional do mundo EU, fiz muitas pesquisas e me deparei com algo que me surpreende, Eu estou deprimido; minhas mudanças bruscas de humor, ansiedade e indisposição se juntaram com sentimentos de incapacidade e fizeram aliança com a minha situação atual me proporcionando mais um problema a ser administrado. Calma! Idéias de suicídio ainda não fazem parte da confusão de sentimentos e pensamentos que estou tendo, se bem que se não soubesse que morrer não é solução pra ninguém, confesso que já pensei sim em me matar. Surpreso? Eu não, por trás do meu tradicional sorriso escondo lágrimas que não consigo derramar. Lembro-me de um de meus amigos chamado Álvaro que sempre me dizia que minha máscara iria cair, pois ninguém pode ser feliz o tempo todo como eu era, bem tai suas previsões se concretizaram, passaram-se anos e minha máscara caiu por chão.

Comecei a namorar, mas já terminei. Durou uma única semana e foi uma ótima semana, mas não me adaptei. Minha frieza é um problema até para mim e agora com padrões de comportamento um pouco mais ortodoxos eu creio que será meio difícil um relacionamento como este último. Eu estou “paquerando” uma pessoa que já paquerei há muito tempo, mas que tinha namorado na época e eu procurei meu lugar, nos tornamos amigos e sempre imaginei uma pessoa como ela ao meu lado, alguém que tem argumento, que é um doce de tão amável, que quer algo para a vida e é linda, eu não poderia querer nada mais para mim do quer tê-la como namorada; resta saber se ela quer um idiota, frio e estúpido ao lado dela...

Bem, fiz novas amizades afinal minha vida não é apenas problemas, ela tem flashes de alegria também. Comecei a ensinar o português para alguns estrangeiros, começou com uma garota que conheci em um chat da igreja (www.ldschat.com) ela mora em Lima no Peru, estou me divertindo demais e treinando o meu espanhol que de acordo com ela está quase perfeito, mas sinto-me ainda muito inseguro principalmente com a conjugação. 

Agora sou oficialmente um Élder, recebi o sacerdócio maior e ele significa muito pra mim, traz algumas mais coisas a me preocupar ele requer um cuidado muito maior além de significar trabalho na igreja (risos), neste domingo mesmo vai ser pedido meu apoio para trabalhar como adjunto na secretária da minha ala, nem sei ao certo que irei fazer, mas pretendo usar dessa designação uma maneira de melhorar certos pontos, propondo algumas idéias para ajudar a ala crescer, por exemplo, uma biblioteca (nem todo mundo tem acesso a determinadas literaturas da igreja e que podem ser disponibilizada para consulta – acredito que o prazer de ler deve ser ensinado e não aprendido por osmose como em certas propagandas de TV); aulas de inglês, nem todo mundo pode pagar e muitos que sabem podem ensinar, a ala recebe instrução e pode receber melhor os missionários estrangeiros além de se fartarem de material não traduzido – são inúmeros benefícios, resta apenas incentivo e pulso firme. Acabei de citar dois exemplos, mas devemos incentivar o proselitismo com os membros, ensiná-los a usar o cartão da amizade, a pregar o evangelho e não apenas esperar que ele (o membro) traga pesquisadores sem ter ferramentas (treinamento) para isso e muitas outras coisas. Vamos tornar nossa Fé mais forte fazendo obras e as incentivando. Li que o Brasil é a segunda maior nação da igreja, mas que não agimos como tal. Somos adultos, mas não amadurecemos ainda! Cobramos demais das pessoas e não nos preocupamos em estarmos acompanhando seus passos como aquele que ajuda ao invés daquele que aponta.

Nossa são tantos assuntos a tratar, mas que não posso tratá-los todos em um único post para compensar o período que desapareci.

Agradeço a todos os que me acompanharam até aqui. Peço para que comentem minhas postagens, assim posso-me sentir mais motivado a escrever porque irei saber que estou sendo lido.

Até a próxima postagem (que será breve – essa semana),


Andy.

quarta-feira, setembro 24, 2008

Reflexões.

Ultimamente tenho me deparado com inúmeras dúvidas que tem me colocado frente a frente com a minha fé. Tudo começou com uma duvida sobre servir ou não em missão e que relatei por alto, mas hoje quando estava fazendo as recuperações das aulas do Instituto (Velho Testamento) estudei o livro de Jó e no manual do curso tinha um parágrafo que me deu resposta para minhas questões vou transcrever para vocês:

“É difícil viver-se em meio à tensão, mas a mortalidade – na qual vemos através de um vidro escuro – está repleta dela. Sempre existem respostas finais para o que possa parecer sem sentido ou inexplicável em nossa vida, embora na se tornem aparentes para nós imediatamente; o Senhor, entretanto, prometeu dá-las – algum dia (D&C 121:28-32; 101:27-35). Todo indivíduo que insiste em que uma boa crença religiosa precisa explicar todas as contingências da vida para ser aceitável, deveria reler Jó ou aceitar este conselho do Élder Harold B. Lee:

“ ‘Não é função da religião responder a todas as perguntas sobre o governo moral de Deus no universo, mas, sim, dar coragem ao homem (através da fé) para ir avante a despeito das questões para as quais nunca encontra respostas em seu estado atual. Por isso, cuidai-vos, e como disse certa vez um sábio pensado: “Se chegar uma hora em que sentis que não sois mais capazes de vos apegar à vossa fé, apegai-vos nela de qualquer forma. Não podeis enfrentar as incertezas e perigos do amanhã sem fé” ‘ (Church News, autor não citado.)” (Keith H. Meservy: “Job: ‘Yet Will I Trust in Thee’ “, PP. 139-53.)

Então após ter lido isso eu pensei bem e reli Jó e vi que eu estou passando por um momento de dificuldade e estou cobrando respostas desse meu estado atual de alguém que não me deve satisfação, e que isso nada mais é que uma prova (de fogo) para ver como eu me sairia e se realmente eu posso ser um de seus soldados, um santo dos últimos dias.

Tenho cobrado muito de mim, Hoje eu mudei um pouco minha vida colocando fora dela algumas coisas que não me acrescenta nada, e espero ter feito a coisa certa, pois não há volta para o que fiz.

Às vezes temos que sacrificar algo e muitas vezes esse algo somos nós mesmos, temos que nos sacrificar para ganharmos as bênçãos que o Senhor nos reserva. Acredito que estou no caminho certo, que estou trilhando um novo rumo e espero que esse rumo me leve a uma estrada sem buracos para que eu possa correr sem medo de tropeçar e cai e mesmo que eu caia que tenha alguém para me amparar.

Eu acredito que encontrei uma pessoa que irá acrescentar muita coisa a minha vida, acho que ela tem as qualidades que eu sempre apreciei, além de possuir uma doçura sem tamanho. Tomara que eu não consiga estragar nada, já que este dom (de estragar e piorar tudo) parece que ta se desenvolvendo frente a todos os outros.

Mas um dia sem muitos acontecimentos e de muita reflexão, se bem que ultimamente, nesse meu período de desemprego é a única coisa que faço, pensar. Penso tanto que me canso e acabo cansando vocês.

Acabo por aqui. Obrigado pela atenção.

Andy.

terça-feira, setembro 23, 2008

Post de Aniversário.

Caros leitores,

Hoje completo meus 21 anos, mas asseguro lhes que se disser que tenho 17 todos vocês acreditarão, contudo não é do meu feitio esconder nada da minha vida e mentir não é uma das coisas que me aprazem.

São 21 anos de muitas duvidas, é difícil aceitar muita coisa na vida, eu mais do que ninguém, odeio ficar sem respostas. Eu não quero compreender tudo do mundo, mas gostaria de compreender um pouco de tudo que ele tem.

Ultimamente tenho me questionado sobre a necessidade de servir em missão, confesso que estou e sou interessado e por incrível que pareça não pela possibilidade de realizá-la em outro país, mas sim por fazê-la; Deixa-me explicar, tenho me questionado e questionando meus amigos sobre a importância de ser um missionário de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, o lance é eu quero fazê-la, no entanto são dois anos que irei passar em missão (caso eu vá) serão dois anos que eu estarei sem estudar e trabalhar, apenas servindo o propósito religioso, eu não duvido das bênçãos que terei se a [missão] fizer, mas assim como confio em Deus, amarro meu camelo. Vale ressaltar que para o mundo do trabalho eu serei uma pessoa fora do mercado há dois anos, e para o mundo acadêmico um desatualizado. Então que bênçãos materiais eu iria receber se saísse em missão? Como ficarão meus estudos e minha carreira profissional (ainda continuo desempregado – mas questiono-me como será o futuro dela). Amigos não adianta falar de fé, pois o mercado não a tem veja que muitos estão na fila e se você não esta pronto para ela [a vaga de emprego] outro estará. Eu talvez não tenha fé, tenho que trabalhar isso em mim, mas analise o ponto de vista prático das coisas, a não ser aquele que serve fora do país, porque vai adquirir fluência em uma língua estrangeira e facilitar o processo de admissão em grandes empresas, você dificilmente irá conquistar um bom cargo em uma boa empresa. Temos que pensar na possibilidade [real] de o chamado para missão seja para um lugar aqui no Brasil mesmo. Alguém pode me argumentar a respeito?

Outra coisa que eu me pego pensando é sobre minha vida afetiva, nossa depois do meu ultimo relacionamento eu não tenho me aberto para ninguém, meu coração de pedra parece que esta descongelando, mas diz o ditado que o bonzinho sempre esta sozinho, creio que o ditado é certo. Não tenho muita prática nem jeito para as coisas relacionadas ao amor, acredito nele, mas acredito que ele não é para mim.

Bem meu aniversário foi marcado por uma música e um livro, que são?

Sky is Falling – LifeHouse
Flicts – Ziraldo

A música tem a letra curta e faz uma pergunta interessante:

Eu estou vivo, mas diga-me, eu estou livre?
Tenho olhos, mas diga-me, eu posso ver?

O livro conta a história de uma cor, rara (tipo cor-de-burro-quando-foge) procurando seu lugar no mundo e ela se chama Flicts, é um livro infantil que assim como O Pequeno Príncipe, conseguiu me fazer refletir sobre muita coisa. Quem disse que livro infantil é só para crianças?

Ando tão a flor da pele amigos, estou me cansando da minha real situação. Às vezes dá vontade de sumir outras vezes de ficar e ver no que vai dar. As pessoas passam coisas na vida eu mesmo tento me achar no mundo, mas não me localizo me sinto perdido um E.T. no meu próprio planeta, é mole?

Eu queria mesmo é ter alguém para afagar os meus cabelos e fazer me esquecer do mundo, pelo menos em alguns instantes, me sentir amado e feliz. Alguém que procure sentimentos maiores que os da carne, alguém que acredite que amor, não é dinheiro, beleza ou coisa do tipo, mas sim um sentimento recíproco de respeito e querer bem, que transcende a linha da realidade e alcança a plenitude em um mundo próprio um mundo deles, o mundo do amor. Utopia? Pode ser parece que esse sentimento nunca foi bem alimentado em mim, quem sabe está na hora? Queria ser como todo mundo, que as pessoas cobram que você esteja com alguém, que você esteja fazendo algo comum, mas comigo é sempre diferente as pessoas nunca esperam que eu namore, quando namoro espera eu esteja com uma super mega top model ou uma nerd – não tenho nada contras, mas por que não esperar que eu esteja com alguém que eu goste e que goste de mim? E daí se ela for gorda, magra, alta, baixa, cabelo ruim, ‘zaroia’, cega, perneta ou negra? Eu quero alguém que seja capaz de amar, ou que acredite no amor. Será que existe? Estou começando a achar que não, e dar crédito ao ditado que diz: O bonzinho sempre está sozinho. O que você tem a me dizer a respeito?
Hoje começa um novo ano para mim. Quais serão as mudanças que eu devo fazer na minha vida? Que coisas eu devo fazer? Que planos traçar para esse ano? O que fazer? O que ser? Como agir?

São perguntas que não tenho respostas, são coisas que não consigo responder nem pra mim. Uma coisa é continuo sozinho, me distanciando a cada dia mais dos sonhos de um mundo diferente, em que eu terei alguém para me preocupar e alguém que se preocupe comigo, alguém para ligar ou mandar flores (não é cafona e eu gosto de receber também) andar comigo pela orla, alguém para estar junto, para amar. Eu ainda acredito nisso, mas confesso que a cada dia menos.

Obrigado amigos, tenham todos uma ótima semana e até o próximo post.


Andy.

domingo, setembro 21, 2008

A Lei de Saúde do Senhor.

PALAVRA DE SABEDORIA – DISCURSO DO DIA 21/09/2008
POR: ANDRÉ FREITAS. Tempo Limite: 5 minutos

De acordo com os 21 versículos da seção 89 de Doutrinas & Convênios, o que começou com uma revelação a Joseph Smith de determinadas recomendações se tornou mandamento e o seu cumprimento uma prova de fé e confiança na promessa de receber bênçãos físicas e espirituais, a curto e longo prazo.

Hoje eu venho falar de um assunto bastante conhecido, mas que vale a pena ser relembrado sempre, pois é um compromisso contínuo para o progresso pessoal – A palavra de Sabedoria.

Todas as drogas causam malefícios, mas no caso das drogas criminalizadas, isto é, aquelas cuja produção, distribuição e comercialização e consumo a lei proíbe, o malefício está naquilo que elas podem fazer com seus usuários individualmente. Contudo o malefício maior é que por serem proibidas criam espaço para o estabelecimento de um império de violência, crime, dinheiro, corrupção, intimidação que coloca em perigo a ordem social. Tomando exemplo o Brasil, logo quando as drogas estavam começando a se difundir na sociedade existiu repressão a esses “subversivos” e tinham controle da situação, bem a ditadura acabou e os “subversivos” foram crescendo, suas práticas antes condenadas passaram a ser toleradas e hoje vemos famílias sendo destruídas e a segurança nacional ameaçada.

Mas as bebidas alcoólicas nunca foram combatidas como foram às drogas, no passado repressor da nossa ditadura. Até o cigarro foi abolido da televisão, antes víamos cowboys mostrando virilidade ao fumar um cigarro ou um rico mostrando elegância com o um charuto em punho. Mas os comerciais de bebidas alcoólicas nunca foram banidos da TV, e sim está a todo o momento passando uma atmosfera de juventude, alegria, riso, companheirismo, festa. A palavra álcool vem do árabe e significa coisa sutil, não é alimento, nem remédio é tóxico. A embriaguez é hábito que se observa difundido em todas as camadas sociais. Mudam-se os tipos de bebidas: das mais populares, ao alcance do trabalhador braçal, às mais sofisticadas, para os homens de "status". No entanto, o costume é o mesmo, os prejuízos, iguais. A bebida só leva à autodestruição, e nada de construtivo oferece às suas vítimas. As alterações das faculdades intelectuais causadas pela embriaguez, principalmente da autocensura, que priva a criatura da razão, tem levado homens de caráter integro a cometer desatinos, crimes passionais e tragédias. Geralmente bebidas e cigarros são consumidos em conjunto, principalmente por jovens.

Dados do Ministério de Saúde revelam doenças motivadas pelo cigarro matam 200 mil pessoas por ano no Brasil e o gasto com tratamento para essas doenças e de cerca de R$338 milhões. No Brasil o cigarro mesmo sendo taxado a 75%, é o sexto mais barato do mundo. Somos modelo no combate ao fumo, mas somos o maior exportador de tabaco do mundo, paradoxal não é? Hoje são consumidos mais de cinco trilhões de cigarros por ano no mundo. O engaçado é saber que o fumo era desconhecido pelos europeus até 1498 e que o conquistador espanhol Rodrigo de Jerez, ao fumar em público, foi preso por três anos pelo crime de “selvageria” e que o ato de fumar se tornou popular com o cinema americano em 1920. Triste é saber que pelo menos 2.655 pessoas não-fumantes morrem a cada ano no Brasil por doenças atribuíveis ao tabagismo passivo.

Um grande costume da nossa sociedade e principalmente dos fumantes é o de tomar café, esse “veneno negro” só traz malefícios, desde escurecer os nossos dentes e deixar pele flácida causas problemas nervoso, cardiovascular, digestivo e urinário; e quando associado ao cigarro vira o pior inimigo do nosso corpo, embora ele pareça ser um estimulante na verdade ele reduz a oxigenação dos neurônios. 

Um fato inusitado na minha pesquisa foi não ter encontrado nada falando dos malefícios do chá preto, no entanto uma vez um anjo perguntou a Adão por que ele fazia sacrifícios e ele respondeu: Não sei, faço porque Deus ordenou. Então como disse Alma se tendes fé, tendes esperança nas coisas que se não vêem e que são verdadeiras. 

Testifico que A Palavra de Sabedoria é um mandamento do senhor e que se seguirmos esses mandamentos de não ingerir drogas, tabaco, bebidas alcoólicas, café e chá preto, receberemos bênçãos do Senhor por toda a vida. E devemos cuidar bem do nosso corpo, pois ele é santo e o Pai Celestial deseja que cuidemos bem dele. E essas palavras eu deixo em nome de Jesus Cristo, Amém.

Referências bibliográficas:

O Livro de Mórmon
Alma 32:21

Doutrinas & Convênios
Seção 89

Princípios do Evangelho – A Lei de Saúde do Senhor
Pag. 192-195

Dicionário online Michaelis - Moderno Dicionário da Língua Portuguesa
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php

Jornal do Senado 
Ano XIV Nº 2.876/188 Pag.10 e 11

Coluna Aprendiz – por Rubem Alves
http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_colunas/r_alves/id250703.htm

Blog BIOSOFIA – Para uma nova compreensão da Vida, do Universo e do Homem 
http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_colunas/r_alves/id250703.htm

Comunidade Espírita – Reflexões de reforma íntima

http://www.comunidadeespirita.com.br/reformaintima/03%20osmaleficiosdoalcool.htm

Obrigado pela atenção,

Andy.

segunda-feira, setembro 01, 2008

Beu Final Feliz de Femana.

Olá amigos leitores!

Sabe o que é sentir-se vivo?

É como me senti durante todo o final de semana ^^

Vou começar resumindo a sexta-feira, 29 de Agosto de 2008, Acordei por volta das 10h e fui pro PC, comecei a conversar com o povo até que meu e-friend Spineli me deu uma injeção de auto-estima e confiança, e com isso fui ao shopping Iguatemi entregar alguns currículos muitas das lojas eu já tinha deixando online no site delas, mas mesmo assim resolvi ir lá e deixar alguns, assim fiz saindo pela minha peregrinação já são quase 70 currículos entre entregues pessoalmente e via e-mail. Depois que sai do shopping (detalhe voltei com a mania de perseguição – estou super desconfiado de qualquer pessoa, nossa isso está ficando difícil de lidar) fui à casa do Fernando, estava com saudades dele (eu só faço caca) e acabamos por ir a um aniversário do sobrinho da Jéssica (outra que gostei de cara) e ficamos lá até o final e conseqüentemente eu não tinha ônibus para voltar, mais uma vez tive que dormir na casa do Fernando só que não foi como da outra vez com cineminha heheh, contudo mesmo assim fomos dormir por volta das 2h30 e o Fernando teria que acordar às 6h para trabalhar e acabamos acordando tarde, tadinho acabou se atrasando no trabalho por minha culpa...

Então seguimos para nossos compromissos ele para o seu trabalho e eu para minha casa tomar banho (tava fedendo feito um gambá) e seguir para o encontro de adultos solteiros da minha ala, eu não sabia o local estava sem créditos e meu telefone com problemas de ordem até agora misteriosa. Com todos os contratempos consegui achar o local e passamos o dia inteiro brincando, no dia anterior me senti uma criança durante a apresentação do mágico na festa que fui e agora eu estava uma criança brincando de Sete Cortes e de Marco Pólo na piscina. Nossa! Foi muito legal.

Saindo do evento ganhei uma carona até o Instituto de Religião, assisti à aula do Velho Testamento (ainda tava meio eufórico e não absorvi toda a aula), mas assim que a aula acabou reconheci dois rostos na sala um que me remeteu um passado de alegria e de muitas saudades e outro de desprezo, medo, e insatisfação. Era minha amiga Wilza que há muito não tinha notícias e que estava lá e disse ser membro já há vários anos, conversamos muito e ela me convidou para assistir a última aula do curso de Casamento Eterno também no Instituto, assim que terminou uma pequena comemoração aos estudantes aniversariantes do mês de agosto nos direcionamos para a sala, mas quando o professor entrou tratou logo de me expulsar da sala kkkk ele foi educado, mas as palavras foram imperativas e diretas sem eufemismo qualquer, confesso que me senti envergonhado, mas eu estava num estado de espírito tão diferente que não me dei conta que estava sendo enxotado da sala sob os olhares de reprovação e chacota de alguns dentre eles esse garoto que nem lembro o nome, mas sempre o via nas boates que freqüentava, me trouxe a tona um passado tão recente e que eu já nem lembrava que fiz parte dele, fiquei pensando nas implicações de comentários e interpretações errôneas, o que eu menos quero é ser visto com maus olhos. Quando estava a caminho do ponto de ônibus fiquei pensando sobre muita coisa e me veio à mente que eu estava em uma nova vida e o passado deu lugar a um futuro e que esse futuro dependia das minhas ações do presente e não das coisas erradas que fiz, me senti mais aliviado – mas preferiria não ver aquele rosto mais.

Cheguei em casa fiquei na net e vendo umas coisas que o Fernando tinha passado para o meu MP4 (umas músicas em japonês – idioma que comecei a aprender) até os Élderes chegaram e eu fui levar uma amiga para casa, com eles. Voltei para descansar, pois estava exausto e acordei no domingo ainda cansado.

A sacramental foi ótima, os discursos foram bem motivadores e cheios de reflexão, mas uma pessoa me chamava a atenção era uma das discursantes, uma garota muito bonita que falou pouco e eu estava apenas prestando a atenção nela e não no que ela falava, assim que acordei kkkk (afinal paquerar na sacramental não é certo, certo?) voltei a minha atenção a reunião até ela terminou e voltei para casa, cai no sono pesado só acordei quando os Élderes novamente chegaram para me levar pro batismo de dois pesquisadores que eu gostaria de ver – apesar de meu cansaço ter-me feito relutar um pouco em ir, mas fui mais forte que ele kkk.

Chegando a igreja tiramos algumas fotos e fomos à sala de princípios do evangelho onde é realizada a reunião batismal (não estou certo ser esse o nome, mas a finalidade é essa) e nada estava pronto ainda, eu estava triste pelo pesquisador que Eu iria batizar não ter ido a sacramental, contudo estava menos preocupado com ele pois sinceramente sei que é fogo de palha, se bem que se eu pensar assim não estarei ajudando ninguém a conhecer o evangelho e como um dia me disse o Elder Rodrigo, eu não posso decidir por ninguém, todos tem o direito de conhecer a verdade cabe a elas seguirem ou não para isso que intercedemos e procuramos colocá-las no caminho certo, sendo exemplo, instruindo e integrando essa pessoa ao corpo da igreja e de seus princípios. O batismo demorou muito, além do mais quando chegamos não tinha ninguém para abrir a sala, pegar as batas e a piscina estava suja inclusive por conta de uma barata a pesquisadora quase não quis descer as águas do batismo, aí sobrou para mim à limpeza que demorou um século porque o ralo estava fechado e eu não sabia disso... Mico de pobre, mas tudo serve de aprendizado, não é?

Deu-me saudades do dia de meu batismo, parece ter sido há tanto tempo, mas não foi amanhã dia 02 de Setembro estarei completando meu primeiro mês de converso, sinto-me como se já estivesse na igreja há anos.

Voltei pra casa, perdi a reunião familiar que eu fui convidado, ganhei um problema para resolver – a câmera digital do Élder Higginsson não está sendo reconhecida pelo Windows, então vou ter que ver um lugar para passar a câmera com um leitor de cartão de memória, às vezes eu penso que estou me dedicando demais a igreja e aos Élderes, mas me pergunto se eu não estivesse fazendo isso certamente estaria sem fazer nada, esperando alguém falar comigo no Messenger ou no Orkut, então ao menos estou fazendo algo por alguém e para alguém e isso já está me fazendo escutar coisas que eu não deveria, indiretas e às vezes (leia-se muitas vezes) diretas da minha mãe e alguns comentários que eu como tenho bom ouvido já escutei por aí. Muitas vezes eu me sinto chateado e revejo os meus passos, mas adotei a postura de não dar atenção e fazer o que eu acho certo até quando eu deixar de achar certas as coisas que estou fazendo.

Agora eu estou terminando de escrever esse relato que comecei sábado e iria postar sábado mesmo, mas foi bom para começar o mês com um post e a promessa de fazer o possível para atualizar todos os dias daqui por diante, pois esse será o meu diário pessoal, e como a minha vida sempre foi e será um livro aberto, meu diário que é uma parte de mim também será aberto.

E por conta disto eu estou me sentindo vivo por estar sentindo mudanças em minha vida, ainda que pequenas elas estão acontecendo e eu estou feliz por isso. Agora me falta um emprego heheheh Mas isso virá em breve, assim espero.

Despeço-me de todos e até amanhã, afinal já são 3h28 e eu tenho que dar aula as 9h30.

Obrigado pela atenção,

Andy ^^

ou Élder Andy como o Tom me chama agora kkkk

terça-feira, agosto 26, 2008

Postar? ou não postar? Eis a questão.

Amigos,

Sei que estou em débito com vocês com relação à atualização deste post, prometo fazer o máximo para atualizar sempre que possível.
Confesso que estive pensando em não escrever mais, sabe como é quando nós “blogueiros” escrevemos, queremos ver comentários; então ainda não entendo o porquê de as visitas terem aumentado (obrigado!) e não estar vendo quase nenhum comentário. Mas durante essa semana recebi inúmeros sussurros do Espírito Santo, contudo não dei ouvidos, apenas dei agora (há pouco) quando escutando a BYU RADIO INTERNATIONAL (online) durante a leitura do livro de Morôni (em espanhol) escutei o seguinte:
1 ORA, eu, Morôni, após haver terminado o resumo do relato do povo de Jarede, pensei em não mais escrever; entretanto ainda não pereci; e não me dou a conhecer aos lamanitas, para que não me matem.
2 Porque eis que as guerras entre eles são extraordinariamente violentas; e por causa de seu ódio, matam todos os nefitas que não negam a Cristo.
3 E eu, Morôni, não negarei a Cristo; portanto ando errante por onde posso, a fim de conservar minha própria vida.
4 Escrevo, pois, algumas coisas mais, ao contrário do que pensava, pois supus que já não escreveria; escrevo, porém, mais algumas coisas que talvez sejam úteis para meus irmãos, os lamanitas
, em algum dia futuro, segundo a vontade do Senhor.

(O Livro de Mórmon Morôni 1:1 - 4) (Escureci os pontos que me tocaram)

Então depois que ouvi isso, me dei conta da quantidade de tentativas que o Espírito Santo de me mostrar que eu deveria atualizar o Blog e eu percebendo-as não as dei atenção. Às vezes (por conta disso) me vejo em um estado de fanatismo que sempre condenei – sinto-me traído por minhas próprias palavras (passadas palavras passadas).
Lendo o documento que baixei na internet que falava um pouco a respeito do sacerdócio e algumas das recomendações aos sacerdotes, vi que fazer um diário é algo imperativo a todos os Santos dos Últimos Dias, inclusive todo manual do sacerdócio cita a importância de se fazer registro dos acontecimentos em nossas vidas e pensando mais longe do que seria nossa vida hoje se ninguém escrevesse sobre eles, não haveria mídia de espécie alguma, nem a própria igreja existira, pois se os profetas não tivessem escrito nada do que se passava não teríamos a Bíblia e indo mais longe poderíamos ver que O livro de Mórmon foi uma prova máxima da importância de se ter um diário, na época de Leí, Jerusalém era uma cidade desenvolvida e a escrita era difundida entre o povo e praticada com alguma ou pouca dificuldade, tinham pergaminhos, blocos de argilas, vasos, etc. Mas o que tinham os que acompanhavam Leí à América? Não muito, não é mesmo? Mas olha que com o pouco que tinham eles o fizeram e nos deixaram a benção de se ter um livro tão inspirador como é o Livro de Mórmon.
Sendo assim quem sou eu, para achar difícil manter um diário sendo servido de tantos meios de fazê-lo. Chamo todos a seguirem esse simples ato, de se fazer um diário, e comprometo-me em dar o máximo para ser um exemplo que é possível, correto e necessário mantermos um relato dos acontecimentos pessoais no dia-a-dia.
Como ultimamente tem se acontecido muitas coisas ruins (assaltos, problemas de saúde, familiar, etc.) irei começar a transcrever os acontecimentos a partir da próxima semana, pois se o Pai Celestial permitir será o fim de um mês ruim e o início de um outro bom, afinal será o mês do meu aniversário e sei que o Pai Celestial vai me dar de presente um emprego e um ótimo resto de ano...

Abraços,
Andy.

quinta-feira, agosto 14, 2008

Convite ao esclarecimento – Parte I

[Este post foi criado a partir das dúvidas de uma amiga no Messenger]

Oi Daiana!

Fui fazer uma pesquisa dentro das perguntas que você me fez. Primeiro vou colocar o significado que peguei no dicionário para ilustrar um pouco mais cientificamente minhas palavras.

  Mas antes vou falar um pouco sobre história para que você entenda o que vem a determinar ou não uma seita.

 Marinho Lutero era um monge alemão que descontente com o catolicismo não aceitar o uso do idioma vernáculo nas celebrações, documentos e nas traduções das escrituras resolveu lançar noventa e duas teses (se não me falha a memória) contra o Papa e contra as doutrinas católicas da época. Lutero resolveu ir de encontro com a ordem da Cúria Romana e resolveu traduzir a Bíblia para o Alemão a fim de tornar os ensinamentos acessíveis a todos. E usando dos conhecimentos que tinha do grego e do latim (aprendidos como matéria obrigatória durante a sua vida monástica e sua graduação em teologia) e em um trabalho exaustivo concluiu a tradução da bíblia. O perfil dos fiéis católicos da época era de pessoas de todas as camadas sociais e os que tinham posses podiam pagar pelo ensino (conseqüentemente aprendiam o latim – idioma do culto católico) e geralmente auxiliava nas celebrações como acólitos ou coroinhas como popularmente são conhecidos esses mais abastados ajudavam as pessoas a entenderem o culto ensinando as respostas a serem dadas e os momentos que deveriam baixar as cabeças, ficarem sentados, de joelhos, em pé bem como todo o ritual do início ao fim da celebração. Os pobres e iletrados apenas acompanhavam a celebração como alguém que não sabe o que esta sendo dito, mas compreendiam o significado (lembre-se que os acólitos ensinavam a eles) dos ritos, e apenas em uma parte da celebração era em seu idioma – a Homilia (explicação do evangelho). Lutero queria que o povo entendesse tudo e fossem mais ativos, por isso acreditava que a tradução das escrituras seria o início dessa mudança no comportamento dos fiéis (é por isso que os protestantes não são tão submissos como os católicos). As pessoas que acompanharam Lutero eram pessoas mais instruídas na sociedade, geralmente bem sucedidos comerciantes que não aceitavam pagar tanto à Igreja Católica. Então protestando contra a igreja católica deu início a reforma protestante

  Ah! Importante saber que o termo Evangélico é puro eufemismo europeu que para não serem apontados nos lugares como aqueles seguidores da SEITA de Lutero.

  O que é ser Evangélico? 

Evangélico
e.van.gé.li.co
adj (Evangelho+ico2) 1 Do Evangelho ou a ele relativo. 2 Conforme aos princípios do Evangelho. 3 Pertencente ou relativo ao protestantismo: Igreja evangélica. 4 Caritativo, carinhoso, meigo. 

Então sabendo disso podem os católicos ser evangélicos? 
Claro que sim, sempre foram!


  Agora sabendo sobre a origem dos protestantes fica mais fácil entender o que vem a diferenciar uma religião de uma seita. 

Veja o que diz o dicionário Michaelis:

Religião
re.li.gião
sf (lat religione) 1 Serviço ou culto a Deus, ou a uma divindade qualquer, expresso por meio de ritos, preces e observância do que se considera mandamento divino. 2 Sentimento consciente de dependência ou submissão que liga a criatura humana ao Criador. 3 Culto externo ou interno prestado à divindade. 4 Crença ou doutrina religiosa; sistema dogmático e moral. 5 Veneração às coisas sagradas; crença, devoção, fé, piedade. 6 Prática dos preceitos divinos ou revelados. 7 Temor de Deus. 8 Tudo que é considerado obrigação moral ou dever sagrado e indeclinável. 9 Ordem ou congregação religiosa. 10 Ordem de cavalaria. 11 Caráter sagrado ou virtude especial que se atribui a alguém ou a alguma coisa e pelo qual se lhe presta reverência. 12 Conjunto de ritos e cerimônias, sacrificais ou não, ordenados para a manifestação do culto à divindade; cerimonial litúrgico. 13 Filos Reconhecimento prático de nossa dependência de Deus. 14 Filos Instituição social com crenças e ritos. 15 Filos Respeito a uma regra. 16 Sociol Instituição social criada em torno da idéia de um ou vários seres sobrenaturais e de sua relação com os homens. 17 Mística ou ascese. R. do caboclo, Reg (Rio de Janeiro): prática feiticista negra a que se misturam entidades da mística ameríndia. R. do Estado: a professada oficialmente por um Estado sem que, com isso, seja proibida ou impedida a prática das outras. R. natural: a que se baseia somente nas inspirações do coração e da razão, sem dogmas revelados; a religião dos povos primitivos. R. naturalista: veneração ou adoração religiosa da natureza nos animais, nos astros etc.; panteísmo. R. reformada: o mesmo que igreja reformada. R. revelada: a que, como o cristianismo, se baseia numa revelação divina conservada pelas Escrituras Sagradas e pela tradição. Ciência das religiões: estudo das religiões como fenômeno humano universal; pode-se considerar seu aspecto histórico (história das religiões), psíquico (psicologia da religião) e social (sociologia da religião). Filosofia da religião: tratado das questões relativas à sua essência e verdade.

Seita
sei.ta
f (lat secta) 1 ant Qualquer escola filosófica, cujas doutrinas ou métodos divergiam dos seguidos geralmente. 2 Ramo dissidente de uma igreja estabelecida, e portanto considerado herético. 3 Rel Grupo dentro de uma comunhão religiosa principal, cujos aderentes seguem certos ensinamentos ou práticas especiais. 4 Grupo de pessoas que seguem determinados princípios ou doutrinas, diversas dos geralmente aceitos no respectivo meio. 5 Teoria de algum professor célebre, seguida por muitos prosélitos. 6 pop Bando, facção, partido.


  Tomei a liberdade de escurecer alguns pontos que elucidarão o meu texto.

 Como você acabou de ler, religião e seita é a mesma coisa, ambas seguem alguma doutrina. O que as torna diferentes é a forma que ela foi iniciada, por exemplo, todas as igrejas protestantes são seitas (SURPREENDENTE!) por que ela é uma dissidência do catolicismo, por mais diferente que seja os seus ritos eles tem a sua origem no cristianismo católico, pois foi essa a igreja base e dela o próprio fundador dessa nova seita veio.

 Agora onde entra a Igreja de Jesus Cristo Santos dos Últimos dias nessa historia toda? Isso é bem fácil de te responder, em nada! Nós S.U.D.s (santos dos últimos dias ou comumente conhecidos como mórmons) não somos protestantes, porque não fazemos parte e nem somos dissidentes de nenhuma igreja, por tanto não somos pertencentes a nenhuma SEITA, mas somos sim uma religião. E nossos ritos não são provenientes de nenhuma outra igreja. (Ainda mais surpreendente, não? – Apesar de eu achar que Joseph Smith deve ter incorporado muita coisa das igrejas que conheceu durante o período de sua busca pela religião verdadeira).

  Por que então as pessoas dizem que somos pertencentes a uma seita? Simplesmente porque alguns poucos cristãos protestantes (esses que não conhecem a sua própria história e sequer entendem o termo que os distingue, apenas não o aceita e ainda se posicionam como vitima frente a um ataque imaginário – Chamar alguém de protestante é ofensivo?) fazem uma interpretação própria das escrituras e procuram colocar-se acima de qualquer coisa que os comprometa. 

  Uma vez me perguntaram por que a I.J.S.U.D. não se manifesta para acabar de vez com essa injustiça e impor-se como uma religião? Eu respondi, mas nós nos impomos como uma religião, porque nós sabemos que nossa igreja é verdadeira e não haveria porque nem para que nos preocuparmos em mudar uma imagem que só os protestantes criaram para manter-se longe da verdade e evitar com que seus seguidores a conheçam. Nós preocupamo-nos em edificar nossos espíritos e aumentar nossa fé em Jesus Cristo e não nos vemos como injustiçados ou vitimas por ter se criado tantos mitos a nosso respeito, tudo que esta acima de outrem recebe críticas de seus opositores. Oramos por eles, para que enxerguem seus erros e arrependam-se porque irão conhecer a verdade e lamentar por suas palavras. 

  A outra pergunta que você me fez foi relacionado ao sacerdócio de negros. Bem ninguém sabe o porquê de os negros não poderem receber as bênçãos do sacerdócio, o que particularmente eu acredito é que os negros sempre foram vistos como figuras secundarias dentro do protestantismo, geralmente descentes de Caim e isso é falso. O fato deve ser puramente cultural, nos remete a pensar sobre a época de Joseph Smith e como os negros eram (diga-se de passagem, que ainda são) tratados pela sociedade norte-americana, nada que tivesse um negro à frente era visto com bons olhos ou tido como correto, lembre-se que o racismo que os brasileiros têm pelos negros, nunca foi nem um décimo dos que os americanos tinham – houve uma época que os negros eram proibidos de sentar ao lado de um branco em um ônibus, de ter que ocupar os últimos assentos e de ceder o lugar para um branco sempre. Graças ao nosso Pai Celestial as pessoas mudaram e continuam mudando os seus conceitos em relação aos negros e os vendo da maneira correta como iguais e merecedores de todas as coisas carnais e espirituais como qualquer um, pois todos nós fomos feitos à imagem e semelhança do nosso Pai Celestial. E hoje temos muitos líderes negros dentro da igreja e a I.J.S.U.D. condena qualquer forma de preconceito. 

  Bem até agora eu estou sendo guiado pela curiosidade e motivação de poder esclarecer alguns pontos que conheço e espero estar falando tudo certinho hehehe como você sabe, eu tenho apenas uma semana como membro da igreja. Portanto demais leitores, moderem seus comentários kkk 

  Sintam-se a vontade para comentar e me ajudar a aprender e a difundir os ensinamentos S.U.D’s.

Até a próxima postagem. 

Andy.

Fontes de pesquisa:

Michaelis - Moderno Dicionário da Língua Portuguesa

Wikipédia - A enciclopédia livre

terça-feira, agosto 12, 2008

Testemunho de um mórmon recém-converso.

Queridos irmãos, hoje eu estou aqui para compartilhar de uma experiência muito gratificante e única em minha vida – Minha conversão.

Chamo-me André Luís Freitas, tenho 20 anos. Sou extrovertido, curioso e questionador, sempre busquei a verdade e no campo religioso fui um católico fiel e praticante, inclusive com aspirações ao sacerdócio, porém tenho tido muitos questionamentos e estes fizeram me afastar de minha igreja e procurar por alguma religião que eu me sentisse acolhido e seguindo algo verdadeiro, conheci inúmeras religiões cristãs e não-cristãs, estudei profundamente a doutrina e pregação de muitas delas, uma coisa eu tinha certeza dentro de minha busca – O que eu não queria!
 Sempre me achei diferente de todo mundo, porque sempre fui aberto a novas experiências e sempre procurei entender as pessoas colocando minhas convicções de fora de qualquer conversa, sempre me achei neutro em tudo que se diz respeito a aprender. Pude assim aprender muitas coisas boas e ruins, meu maior problema era procurar me aprofundar e viver aquilo que estava “experimentando”, agora você deve estar se perguntando – Que problema há nisso? Mas eu te respondo: há muitos. Se eu ia a uma igreja protestante eu era um protestante queria conhecer a doutrina os ensinamentos e a forma de vida/cultura dos membros daquele local, se ia ao Candomblé/Umbanda consultava os Orixás e Exus, dava oferendas e participava de rituais, se estava na Wicca/Ocultismo/Bruxaria estudava com afinco leituras profundas e ensinamentos além do que podia para um não-iniciado, bem e assim com todos os lugares que freqüentei.
Mas ainda não cheguei ao ponto em que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias entra em minha vida.
 Acontece que eu sou apaixonado pelo estudo de idiomas e logo quando fiquei desempregado vi que meus estudos não poderiam continuar por não ter condições financeiras de para completar meus cursos. Minha maior aflição era com o meu inglês, que quando estava à beira de perder o meu emprego (que com folga me mantinha em uma situação confortável) acabei deixando que minhas preocupações interferirem em meu aprendizado, prejudicando meus estudos tanto no curso superior que estava cursando (e que também tive que abandonar) como também dos meus cursos extracurriculares como o Inglês (que perdi o semestre e que também tive que trancar). Assim que sai do emprego em que estava tive que voltar para casa dos meus pais por motivos óbvios, na oportunidade pude perceber que pelas ruas do meu bairro andavam alguns missionários mórmons, que pude distinguir por ser uma das religiões que ainda não tinha freqüentando, apenas estudado a respeito (por meio de reportagens, vídeos, blogs, comentários, etc.), vi nisso uma oportunidade de melhorar meu inglês, já que pela falta de prática estava perdendo o vocabulário e tendo dificuldade de me expressar (leia-se que não sou fluente ainda, meu nível é intermediário), então como um dos missionários era norte-americano eu poderia aprender as doutrinas da religião e o idioma (além de aprender a pronúncia norte-americana, já que minha pronúncia é britânica – ou penso que seja...) enfim, seria uma relação apenas de ganhos onde o beneficiado seria eu, o que me deixou ainda mais animado.
Preparei uma estratégia que considerei infalível, como eu adoro ler e estava com alguns livros em inglês para ler, resolvi utilizar da calçada da vizinha da frente (que era mais calma e ventilada do que minha barulhenta casa) assim estaria estudando e seria abordado facilmente por esses tais missionários, Assim pensei: Eu um jovem, branco, bonito, sozinho na rua, sentado numa calçada, lendo, seria uma “vitima” em potencial – Não havia como não ser abordado. Então fui por o plano em prática, assim o fiz por um determinado tempo e não obtive resultado. Foi desconcertante, isso porque me considero um ótimo estrategista e não admito erros, principalmente os meus. Voltei à prancheta para ver o que tinha de errado comigo ou com o meu plano, isso claro com uma raiva enorme. Afinal, eram cegos os “infelizes”! (eu falava). Resolvi andar no caminho contrário que eles pela rua, simulando um encontro e sorria para eles, a fim de ganhar a atenção deles e quando me virem só novamente naquela calçada Voilà estaremos conversando, e em inglês! Sorrir não é nenhuma dificuldade para mim, mesmo assim não estava dando certo. Resolvi pensar mais e cheguei à conclusão que eles procuram mais jovens – isso colocando meu raciocínio lógico usando meu Eu cientifico para traçar gráficos e reconhecer dados que via e que pesquisava, a respeito do perfil da “vitima” mórmon. Cheguei à conclusão que minha aparência de menino não iria chamar a atenção deles, resolvi então deixar a barba crescer e com isso deixar os anos revelar a minha real idade, já que sem ela pareço um adolescente na puberdade (tenho o corpo de um menino, simplesmente por não gostar de academia e ter dificuldade de engordar). Meu plano continuava dando errado e resolvi deixá-lo de lado por algum tempo, até que por hora esqueci, resolvi preocupar-me com um problema maior, estava desempregado, entrando em depressão e com a auto-estima baixa afinal tinha perdido meu emprego por um motivo tolo, o qual não convém tratar aqui, estava fora do padrão de vida que me acostumei e estava longe dos meus “amigos” (de farra). O fato era que resolvi achar uma desculpa para mim mesmo, dizendo para mim e para todos que eu estava cansando de tanto trabalhar, afinal já eram cinco anos de trabalho e estudo, sem nenhum tendo de descanso nem férias. Mais todos que me conhecem sabem que isso não passava de desculpa porque sou aficionado por trabalho e adoro estar em provações o tempo todo, mas eis que essa provação eu não estava conseguindo suportar (a de estar desempregado, entrando em depressão e fora do padrão de vida que levava e pior sozinho, sem poder contar com ninguém). 
Certo dia eu estava na net por volta de meia-noite, não lembro bem o que estava fazendo, mas recebi um convite de adição de um contato ao Messenger (programa de comunicação instantânea pela internet), aceitei e fui perguntando quem era e as perguntas básicas que se faz a um desconhecido que te adiciona àquela hora da noite. Ele disse que tinha me adicionado porque viu o meu perfil em um site de relacionamentos, que tínhamos um amigo em comum e que gostou da forma que eu tinha escrito o texto postado no meu blog. Fui super gentil com esse leitor e fã, eu sou orgulhoso e adoro ser elogiado, e creio que todo mundo é quem diz que não está usando de falsa modéstia, sou realista prático e sou muito franco (entenda como qualidade ou defeito – apenas sou assim.). Então esse novo amigo ficou conversando comigo por horas a fio, e no desenrolar da conversa não sei como, mas chegamos ao assunto religião, esse meu amigo brincando me pediu para adivinhar a sua religião, respondi lhe que não fazia a menor idéia e pedi uma dica, ele soltou a frase “só vou na sua casa pra comer” na hora eu tomei um susto porque esse é um mito bem conhecido dos membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos dias, e como eu sempre fui neutro mas sempre combati esses falsos mitos, respondi que os mórmons não freqüenta casa de ninguém para comer (pelo menos não devem) mas sim em uma hora que você puder melhor recebê-los e inclusive essa hora quem diz é você. Ai ele se assustou e perguntou se eu era da mesma religião que ele, respondi que não e tomamos outro rumo de assunto. Conversamos durante vários dias quando eu perguntei sobre como adquirir um livro de mórmon em inglês a fim de estudar a religião e estudar o inglês (além de ler o livro no idioma original – nesse caso o traduzido, porque ninguém pôde ler os originais em egípcio reformado além de Joseph Smith, e esse gostinho de ler o livro em seu original é indescritível) e ele disse que poderia conseguir um para mim, disse que iria fazer o pedido e me convidou para ir conhecer a igreja e ele no domingo, e fui. 
Chegando lá me surpreendi com o ritual que hoje estou mais bem habituado, mesmo sendo minha segunda visita (penso que já sou membro há muito tempo)... Cheguei às 9h05 (quem me conhece sabe que atraso só em último caso, eu aprecio a pontualidade) meu amigo esta na porta principal e me viu andando rápido (tem certa distância entre o ponto de parada de ônibus para a igreja) e foi me conduzindo logo para uma sala onde tinha somente homens de camisa branca e gravata com prendedor todos com cabelos curtos e de idades variadas, após uma série de comunicados que eu não estava prestando bem a atenção, pois eu estava analisando a estrutura do local os assentos, o uso da madeira pra ampliar a acústica e decorar o ambiente, bem como todos os detalhes que não deixo de perceber. Alguns minutos após tivemos que sair para outra sala, ficando somente os mais velhos na sala que deixamos meu amigo sorridente e feliz por eu ter aceitado o convite que ele fez e que não esperava que eu estivesse lá, tratou de me apresentar a todos que conhecia e saiu-me “traduzindo” tudo, para que eu entendesse melhor cada passo e cada coisa que estava acontecendo ali (sou grato por essa e pelas outras vezes em que pude contar com ele para me esclarecer diversos pontos que tive dúvidas), fomos para uma nova sala, uma espécie de sala de aula com uma “professora” muito simpática a qual me senti muito tranqüilo com sua presença, depois voltamos à primeira sala que estivemos e por fim terminou a minha primeira visita.
 Meu amigo assim que terminou a sacramental (fui corrigido por meu amigo quando disse culto – risos) me apresentou a dois missionários Élder Correia (de Minas Gerais – BR) e Élder Higginsson (de Utah – Eua) que pegaram o meu endereço e agendaram uma visita para a quinta-feira as 10h30 (não esquecerei esse dia por conta das caras que vi na minha casa ao me verem com os dois mórmons conversando – porque eu era o típico cara de pensamento cientifico, tinha minha crença intelectual, respeitava as religiões mas nunca me envolvi com nenhuma – depois de ter saído de Igreja Católica, por isso os olhares atentos sobre o que estávamos falando.). No domingo recebi do meu amigo um livro de mórmon em português e a promessa que meu livro estava para chegar, os correios estavam em greve, e como iria demorar ele disse com um risinho que poderia começar a ler em português, aceitei de bom grado e me coloquei a ler o livro assim que cheguei em casa (livro é igual chocolate, eu devoro rapidinho). Quando os missionários chegaram à minha casa na quinta pediu pra eu pegar o livro e perguntou se eu havia lido alguma coisa e se surpreenderam quando eu disse que estava terminando o livro 2 Néfi (e olha que eu nem me dediquei tanto ao livro como já dedicara a outros), eles passaram a mensagem e me pediram para fazer a última oração, só que não me senti preparado para fazê-la porque não tinha costume de fazer orações livres, eu sempre fui educado como cristão católico e tinha uma maneira de fazer minhas orações que eram diferentes da forma que vi eles fazendo. Bem, marcamos um novo encontro para o sábado, mas antes me pediram para que eu perguntasse a Deus se as coisas que eles tinham dito era verdade ou não, se a igreja era verdadeira e o Livro de Mórmon era um livro verdadeiro, assim prometi e fiz. Meu amigo fez questão de estar presente nesse primeiro encontro.
Chegou o sábado e eles se atrasaram, mas eu já estava ciente porque os vi comentado sobre a distância que eles teriam de percorrer para sair da casa em que iriam pregar antes da minha, então pedi para minha mãe preparar um pequeno lanche a fim de eles comerem algo até chegar a sua casa e fazerem sua refeição correta. Eles não quiseram, para desgosto da minha mãe que fez tudo muito rápido, deixando os seus afazeres para atender um pedido meu.
 Nesse encontro o Élder Correia me convidou para o batismo no dia 02 de agosto (estávamos no dia 19 de julho) e não ficou muito satisfeito com a resposta que dei – que estava muito cedo para uma tomada de decisão como essa. Afinal de contas eu quero conhecer o máximo possível da igreja que pretendo fazer parte, para que não me torne um inativo (palavra que eles usam para designar um membro afastado da igreja). Mas a essa altura meu coração já me falava que o que eles queriam ouvir, que Deus havia me respondido positivamente sobre a veracidade de tudo que eles me falavam. Novamente eles me perguntaram se eu tinha feito progressos nas leituras do livro de mórmon e mais uma vez se surpreenderam ao saber que estava em Mosias, me perguntaram se eu tinha alguma dúvida sobre tudo o que já tinha lido até ali, respondi que não. Despedimos-nos e ficamos de nos ver novamente no outro dia na igreja, eles me convidaram para ir num ônibus que estaria levando as pessoas do meu bairro para a igreja às 08h30, só que comentaram que sempre eles se atrasavam por que iam atrás dos membros... Como eu sou muito observador vi que ia chegar atrasado e decidi não tomar o ônibus de ida, em parte foi porque estava com vergonha de me encontrar com as pessoas do meu bairro, não é que eu não goste delas, mas é que sou orgulhoso demais e nem tudo que falo as pessoas entendem, então como quando eu não consigo entender os discursos eloqüentes de alguns de meus amigos mais instruídos, fico se jeito de conversar com alguém menos instruído que eu e acabar por falar em vão. Cheguei à igreja e não encontrei o meu amigo e já tinham iniciado, fiquei perdido, novamente estava com o pensamento longe e quando pediram para sair algumas pessoas eu saí também, aproveitei para beber água, quando o Bispo (assim chamado o sacerdote mórmon) perguntou a minha idade e disse que eu podia ficar na sala, achei estranho porque na vez anterior quando saímos fomos para uma outra sala, assim que entrei novamente a pessoa que estava no púlpito pediu para um outro grupo sair foi quando reconheci um deles, que vi no outro domingo, e disse para ele que era visitante, não tinha encontrado o meu amigo e que estava meio perdido, com um os sorriso ele me levou pra outra sala e ficou lá ao meu lado me emprestando livro para acompanhar a leitura, a sala estava cheia de gente nova e eu me sentia um E.T. (risos) até que meu amigo chegou (atrasado), na outra sala onde se aprende os fundamentos da doutrina a palestrante que falei me perguntou novamente meu nome e disse que não iria mais esquecer por ser o nome de um dos apóstolos, bem durante a mensagem que ela estava passando sobre sacrifício ela me questionou “como se estar preparado para os sacrifícios?” respondi que “ninguém esta pronto para sacrificar nada, podemos aceitar mais não estar prontos, como por exemplo Abraão não estava pronto pra sacrificar seu filho” nessa hora ela me interrompeu vermelha com uma questão “será que não?” (ai ela sabia que nem eu nem ela chegaríamos a uma conclusão) visivelmente chateada com a minha resposta.
Marquei um novo encontro com os missionários na segunda e novamente eles me questionaram sobre o batismo, jogando até um joguinho sentimental de que estavam para ser transferidos e gostariam de ver o meu batismo... Mais uma vez minha mãe preparou um lanchinho que foi recusado mais uma vez por eles... Quando eles tocaram no assunto batismo eu expliquei que é difícil para mim, pois estava em um conflito coração e razão, meu coração dizia que a igreja é verdadeira e que eu tenho que aprender sobre ela e me batizar nela, mas a razão me dizia que eu deveria ter paciência e entender melhor a doutrina que estou adotando para não me surpreender depois. Ai, o Elder Correia puxou a minha orelha dizendo que se Deus havia dito que era verdadeira eu deveria me batizar e aceitar Jesus e eu iria me aprofundar nas coisas da igreja à medida que elas forem se apresentando para mim, foi quando o caladinho do Élder Higginsson falou que ele nasceu na igreja e nunca aprendeu tanta coisa sobre a igreja como as que ele aprendeu e esta aprendendo na missão (isso super vermelho) isso para mim foi um banho de água fria para que eu acordasse.
Hoje fui para uma reunião de família na casa de uma família simples, mas muito acolhedora. Senti-me triste por não poder contar com mesma união que vi em minha casa. Pude perceber o quanto agora eu estou preparado para receber o batismo e que nada acontece por acaso e não adianta forçar situações, como a minha de ser abordado por um missionário já que as minhas intenções erram mesquinhas e egoístas, pude sentir o poder de Deus em mostrar que eu sou fraco nas coisas que penso ser forte e que não adianta tramar planos porque Ele analisa o seu coração e se você não estiver preparado para algo, mesmo se você estiver aspirando aquilo Deus não vai te dar, até você estar puro de coração e suas intenções forem justas e sinceras e na hora que você estiver pronto Ele irá colocar um anjo para te guiar pelo caminho da verdade, o caminho certo. A vida é uma escola e o aprendizado é constante, Deus nos mostra seu poder nas mínimas coisas, e faz o significado delas se tornar grandes ao seu coração. Eu que sempre fui cético hoje posso contar que tive meu coração quebrantando por Deus para mostrar que dos meus erros podem sair acertos e que querer nem sempre é poder, quando não se está reto em pensamento e ações, e que a mais singela coisa que nos não damos importância pode ganhar pluralidade quando confrontadas com nossas convicções. Hoje tenho a certeza que tive muitas coisas, menos a felicidade, pelo medo de amar por completo e por não dar ouvidos ao meu coração, fugi muito de Deus não por descrença, mas por saber que uma hora ou outra ele iria fazer me perceber as coisas que hoje percebo.
E assim deixo o meu testemunho em nome de Jesus Cristo, Amém.

André Freitas Andy [o.O]
 Maceió – Alagoas – Brasil